Cada item tem série, dono e status
De antenas a componentes mínimos: onde está, quem manuseou, em que etapa está e há quanto tempo. Vale para o ativo seriado e para o lote de material.
- por série
- por lote
- por técnico
- por depósito
O EasyWare acompanha cada equipamento do recebimento da nota fiscal até a casa do cliente — e todo o caminho de volta. Sem planilha paralela, sem ponto cego entre o CD e a última milha.
Em produção em uma das maiores operadoras de telecom do Brasil.
Entrada registrada com conferência antes de o saldo subir.
Cadastro, endereçamento e saldo por depósito em tempo real.
Entre depósitos, por agenda ou por lote, com aceite na ponta.
Entrega vinculada a quem levou. O item tem dono, não só destino.
Instalou? Baixa. Não instalou? Continua no seu inventário.
Retirada e manutenção entram como lote, não como caixa sem dono.
Classificação em novo, manutenção ou descarte. O que presta, volta a girar.
Operações de telecom e serviços em campo que já controlam seu inventário de ponta a ponta na nossa plataforma.
Não é desorganização. É delay. Entre o que aconteceu no galpão e o que o sistema sabe, existe uma janela — e é dentro dela que a margem escorre.
O sistema deu baixa. O item nunca chegou ao cliente.
No WMS tradicional, sair da doca é o fim do rastro. No EasyWare o item continua vivo até a confirmação de instalação — se o técnico não instalou, o saldo sabe.
A planilha do supervisor discorda do sistema.
Toda muleta em Excel cria uma segunda versão dos fatos. O EasyWare foi desenhado para não precisar de apoio externo: uma única fonte, do recebimento à expedição.
O equipamento voltou do campo e virou custo de armazenagem.
Roteadores, ONUs e ferragens de cancelamento caem em limbo sem triagem. Aqui a devolução entra como lote classificado — o que é reaproveitável volta a girar e reduz CAPEX.
"Onde está esse componente?" leva dois dias e três telefonemas.
Consulta de saldo por série, modelo, depósito ou técnico responsável. A resposta é uma tela, não uma apuração.
Ninguém consegue dizer quem movimentou o quê.
Cada movimentação registra autor, horário e origem. Auditoria fechada, sem reconstruir histórico depois do prejuízo.
Seis capacidades que sustentam operações onde parar não é opção — e onde o item errado no lugar errado significa cliente sem conexão.
De antenas a componentes mínimos: onde está, quem manuseou, em que etapa está e há quanto tempo. Vale para o ativo seriado e para o lote de material.
Retirada e manutenção entram como fluxos próprios. A classificação separa o que está novo, o que vai para reparo e o que deve ser descontinuado — na entrada, não semanas depois.
Saiu da prateleira, saiu do sistema. Consulta básica para quem opera e busca avançada para quem decide, com o estoque espelhando a realidade do galpão.
Quem, quando e como — em todo aceite, conferência, entrega e baixa. Compliance e auditoria para corporações que precisam provar o caminho do ativo.
Integração nativa com Salesforce e sistemas de provisionamento, com evolução em andamento para o SAP. O EasyWare não opera isolado nem exige apoio de planilha.
Interface orientada à ação: menos cliques por movimentação e ramp-up rápido de novos contratados — decisivo onde a rotatividade de campo é alta.
Equipamento seriado e material de consumo têm naturezas diferentes — e no EasyWare têm fluxos próprios, alimentando o mesmo inventário.
Hoje o EasyWare é a inteligência por trás da operação logística da Desktop, uma das maiores companhias de telecomunicações do Brasil.
Milhares de técnicos em campo, centros de distribuição em ritmo contínuo e capilaridade de dimensão continental. Nesse cenário, um item extraviado não é linha de contabilidade: é um cliente sem conexão. Escala de telecom não perdoa falha de visibilidade — e é exatamente onde o sistema é testado todos os dias.
Na conversa, mapeamos um fluxo real da sua operação — normalmente a devolução de campo ou a conferência de recebimento — e mostramos como ele fica dentro do EasyWare.